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Filmes Ruins #3

Vikaren (2007)
Essa é prova irrefutável que nem sempre só porque o filme é desconhecido e dinamarquês que ele é bom…
Sobre uma turma de 6 série de um colégio que recebe uma substituta, tradução para Vikaren, a curiosidade infantil acaba por revelar a nova professora como uma alienígena (!!!), que pra variar pretende raptar toda a turma e levá-los de volta ao planeta natal por um motivo que não ficou claro…Cheio de clichês, com uma história confusa e mal elaborada, não é mágico, não é assustador, muito menos “assistível”.

Run Fatboy Run (2007)

Novamente chego a conclusão que generalizar é errado, nem todo filme que Simon Pegg atua é bom, Pegg atua como Dennis Doyle um fracassado que por puro pânico fugiu correndo do altar quando ia se casar com a mulher retratada no filme como perfeita, e desde então nunca conseguiu superar tal deslize. Quando Libby, a ex noiva, arranja um novo namorado que parece superar Dennis em todos os sentidos possíveis, isso desperta os ciúmes e Dennis decide provar seu valor e ganhar do namorado em sua própria arena, as maratonas. Dennis não ganha, mas completa o percurso mesmo gravemente lesionado por uma atitude anti-esportiva do novo namorado. Libby descobre e temos um final feliz. O filme em si não é ruim, apenas genérico, bom pra uma seção da tarde….

Big Stan (2007)
O que mais esperar de um filme do Rob Schneider, além de uma comédia um tanto fraca…
Vale apena pela participação do sensacional David Carradine, que aliás nem sabia que ainda estava vivo…
Rob Schneidar faz papel de um picareta, que é condenado e vai para prisão, assolado pela idéia de que será estuprado na cadeia decide treinar Kung-fu, para tanto acaba por encontrar com O Mestre, interpretado por Carradine, e se torna um eximo lutador em questão de meses. Chegando na prisão dá um coro em todo mundo e estabelece uma nova ordem. Com exceção de uma pequena tramóia com o diretor do presídio tudo corre como esperado. Mais uma vez, o filme não é tão ruim mas não tem nada de especial, outro bom apenas pra seção da tarde.

Dead Like Me: Life After Death (2009)
Sobre uma moça que morre ao ser atingida por um assento de privada que se desprendeu de um ônibus espacial. E após morta se torna uma ceifadora, ou seja, é a encarregada de tomar e direcionar as almas dos mortos. Parecia um conceito interessante com um toque de comicidade. Eu acho que é ums série de tv, pois o filme se parece muito com um epsódio extendindo, faz menção a uma série de coisas que eu presumo que só quem acompanhou a série vai entender… Há uma pequena trama sobre a substituição do chefe dos ceifadores por um cara novo que quer organizar os ceifamentos ao que me pareceu de um jeito não tradicional e a luta da personagem principal para corrigir os problemas e ao mesmo tempo lidar com a família (ela está morta e volta como outra pessoa, bem confuso). Como um todo simplesmente monótono.

Le Voyage Du Ballon Rouge (2007)
Eu não sei como eu fui indicado pra ver esse filme, o fato é que nos primeiros 20 minutos não acontece absolutamente nada de interessante! Talvez eu é que não tenha um senso de arte desenvolvido para entender o mundo imaginário de um garoto de 7 anos (sem imaginação) e um balão vermelho. Não, acredito que seja simplesmente um filme chato, não aguentei até o fim. Sem mais comentários.

O Plano

Eu tenho que continuar com o plano. Até dia 4 desse, se resumia em passar no vestibular. Não havia nada depois. Agora estou no depois e algo novo é necessário. De algum modo uma continuação e algo que mantenha a sanidade.

No longo prazo (Ah! O economês…) o sonho ainda é o mesmo, fazer plantas que iluminam aquele canto escuro da sala e vacas que já dão leite achocolatado. Preciso por em questão se o melhor mesmo é colocar a biologia e a genética em primeiro lugar. Afinal é o que quero, finalmente é o que tenho, quero ser o melhor, é uma questão de orgulho próprio, não para me por acima de ninguém, simplesmente quero chegar lá, e não vejo outra alternativa a não ser sendo o melhor.

Economia poderia passar a ser apenas a muleta, o plano B caso genética não dê certo ou a fonte de sustento em momentos difíceis. Mas fica claro que tomar uma decisão sempre implica em perder. Não posso mais levar a iniciação científica da Amazônia, com muito pesar, tanto pela bolsa quanto pela oportunidade de desenvolver algo meu que seria reconhecido por ai.

O problema de por Economia em segundo lugar é principalmente todo o esforço que já dediquei, simplesmente não posso desencanar e pegar alguma dependência. Fora as questões de dinheiro e tempo e agora que já estou na metade. Mas eu fui ingênuo ao acreditar que depois do já tumultuado semestre passado as coisas iriam correr mais fáceis. Os professores já na primeira semana passaram uma dose cavalar de leitura.

Levar as duas faculdades será divertido e desafiador tenho certeza, mas por quanto tempo? Estudar pro vestibular teve seu preço, tanto tempo com os livros, quase me senti como uma espécie de maquina. Mas agora é até engraçado, parece que lembro como é sentir de novo, quero sentir mais, e isso altera levemente o plano. Quero chegar no meu sonho, mas não quero chegar só.

As linhas do plano são tenues, nos próximos meses tudo se resume a avaliar, como eu me saio, quais as chaces de genética ser realmente o que eu quero, como posso encontrar um jeito de encaixar economia em algum lugar, se eu ainda vivo….

Trote de Bio

Apesar de toda a tinta, lama, perda de cabelos, dancinha do besouro…Até que foi bem legal, ganhei um nome, Woodstock, fui adotado por veteranos, aliás bem tranquilos, acho que já fiz alguns amigos. Trote em si  foi suave, pra manter a tradição do blog recomendo o que é bom.

Até então tudo bem, espero ansioso pela semana dos bixos.
Pessoas que chegam aqui pelo Orkut, sejam bem vindas!

Yes Man (2008)

Bem divertido, como sempre, Jim Carrey faz bastantes caretas, eu gosto e me rio a beça, embora essa não seja a reação de todo mundo…

O filme é basicamente uma sátira dos programas de auto-ajuda, pelo próprio título, o programa no qual Carl, um fracassado, interpretado por Carrey, entra tem como lema principal sempre dizer sim. É a partir disso que o filme e a comicidade se desenrola.

Eu gostei e recomendo,

Link para o IMDB

Poster na próxima página:

Páginas: 1 2

Não é que eu passei! Sensacional!!
Eu provavelmente estou ferrado! Levar duas faculdades vai ser impossível, mas que se dane, estou feliz como nunca antes….

O segredo?

Antes das provas SEMPRE coma MACARRÃO! Sério, macarrão é muito importante, não miojo ou  qualquer outra cosa, simples macarrão que a vovó fazia. Outra coisa, não deixe de escutar DOZE vezes seguidas a música CANDY MAN*, pelo amor dos deuses, não a versão horrível da Cristina Aguilera, a original da Fantástica Fábrica de Chocolate de 1971.

Porque?

O macarrão fornece a energia para o seu cérebro, óbvio, a vantagem em vez do que a maioria das pessoas come, chocolate, é que na maior parte açúcar, só dá um boost momentâneo, e depois com a ação da insulina vem o kickback de fome, justo no meio da prova é ainda maior…. Mas o macarrão tem carboidratos que a digestão é mais lenta, assim você acaba tendo energia constante por mais tempo.

Agora o principal é Candy Man, a música extremamente feliz, inocente, fantástica, que após tocada DOZE vezes seguidas causa um estado de topor mental que deve passar dentro de 1h, ou seja, não vá escutar logo antes de entrar na sala, de preferência para o carro ou em casa de manhã. Depois que o inebriamento passa você estará mais apto que nunca pra resolver as questões e não cair nas pegadinhas.

* Ao contrário das drogas mais comuns, Candy Man não causa efeitos colaterais sensíveis após o efeito principal ter passado. Embora tenham sido relatados casos de loucura histérica após overdoses de 14hs de áudio seguidas.

Se você não tem, não seja por isso.

Bill: Who can take a sunrise

Sprinkle it in dew

Cover it in chocolate

and a miracle or two?

The candyman

The candyman can

The candyman can cause he mixes it with love and makes the world taste good

Who can take a rainbow

Wrap it is a sigh

Soak it in the sun

and make a strawberry lemon pie?

Children: The candyman?

Bill: The candyman

The candyman can

The candyman can cause he mixes it with love and makes the world taste good

Willy Wonka makes

Everything he bakes

Satisfying and delicious

Talk about your childhood wishes

You can even eat the dishes

Who can take tomorrow

Dip it in a dream

Separate the sorrow

And collect up all the cream?

The candyman

Children:Willy Wonka can

Bill: The candyman can cause he mixes it with love

And makes the world taste good

And the world tastes good cause the candyman thinks it should

Dia 4

Se, em algum momento eu tive a chance de mudar o resultado, esse momento foi muito antes dos dias 4, 5 e 6 de Janeiro, quando escrevia à tinta preta as linhas de raciocino que iam definir os eventos dos meus próximos anos.

Ainda que ter passado ou não já tenha acontecido a quase um mês, é uma informação que só fica disponível oficialmente dia 4, talvez dia 3. A ansiedade é inevitável pra que esse dia chegue logo.

Mas o Dia 4 ainda se coloca como uma ameaça, em quanto cada vez mais próximo menos tempo tenho pra estudar pra reavaliação de Microeconomia, também no mesmo dia, tendo a chance de salvar 60 horas aulas da minha vida cerca de 6 créditos e uma boa quantia em dinheiro. Coisas que não posso me dar ao luxo de desperdiçar.

Dia 4 será “O” Dia que em teoria mais próximo eu fico de férias, 12 dias até o recomeço das aulas, ainda que vá continuar no curso de verão, por mais 10 dias e tenha que escrever o esqueleto da infindável Iniciação Científica da Amazônia. Deve sobrar algum tempo pra desperdiçar em Gears Of War 2, cinema, socialização, entre outros.

Até dia 4.

Discutir sobre a existência do livre arbítrio me parece tão fútil quanto discutir sobre a existência de Deus, pode-se encontrar ótimos argumentos de ambos os lados, mesmo assim é impossível chegar a qualquer conclusão.

No entanto, gosto de compartilhar opinião sem compromisso, e assim como acredito em Deus (do argumento que é mais seguro acreditar do que não, ganha de qualquer um, pelo menos pra mim… Dá que você morre e chega na frente de Deus e ele fala: Ah, mas você não acreditava em mim! Dai ferrou…) tenho minha idéia de verdade a respeito do livre arbítrio, a sugestão é apenas de mente aberta….

Talvez minha visão seja um pouco tendenciosa para o determinismo, mas não acredito que isso possa explicar tudo. Por um lado por trás de cada ato ou tentativa de cometer, precisa existir uma causa natural e eficiente. No determinismo nada ocorre por acaso. Você decide comer porque está com fome, poderia ter escolhido jejuar, seria o principal argumento em direção livre arbítrio, mas não o fez e jamais poderá voltar no tempo em retomar a decisão, e nesse sentido sua ação está determinada.

Ao que parece os eventos esbarram uns nos outros, em uma teia que remonta ao Big Bang, não deixando qualquer espaço para o que chamamos de sorte. Dado certo individuo “racional”, as devidas emoções e pensamentos, o ato é o resultado necessário.

Isso leva a algumas conseqüências um tanto indesejáveis, é reconfortante pensar que podemos decidir o que fazemos, a sociedade é estruturada a partir disso, tome como exemplo o sistema penal. Se tudo é pré determinado, não há mais culpa. Outro problema menos instantâneo é que em algum momento, alcançaremos a tecnologia necessária pra calcular e prever o futuro, o que pelo menos na minha opinião é ruim.

Ainda sim se a origem da cada um de nossos pensamentos seja a colisão de íons em nossos neurônios devido ao movimento browniano, é difícil acreditar que cada uma de nossas idéias e atos esteja de algum modo pré programado. Assumir porém que existe algo mais, algum controle, é um passo um tanto cego.

Hipoteticamente assumindo esse outro lado, que podemos sim exercer controle absoluto sobre nossos atos e decisões, o que de certo modo parece natural, e muito provavelmente errado, pois somos limitados pelo tempo, leis da física, para não contar com o condicionamento mental que recebemos desde nascidos, que influenciam pesadamente nossas decisões.

É mais razoável assumir que podemos agir entre bandas de possibilidade, possibilidades que nos foram dadas devido a uma série de ações interdependentes que formaram o caminho em que nos encontramos. Mas então estaríamos de volta ao determinismo em que nosso destino e vontade já são decididos?

De certo modo, no entanto, seguindo esse raciocínio, nos é deixado um pequeno espaço em que nossos atos poderiam variar levemente. As infindáveis  possíveis combinações de pequenas variações de movimentos, pensamentos, criariam um futuro suficientemente caótico pra evitar o problema da previsibilidade, satisfazendo levemente o livre arbítrio sem destruir o determinismo, pelo menos ao nível do indivíduo.

Talvez devesse ler mais sobre o assunto, Spinoza, Laplace, Schopenhauer, Marx Hobbes, Locke, antes de sair emitindo opiniões, pensar na antecedência do pensamento a ação, o escambau, mas dai seria um expert e não deveria estar emitindo uma simples idéia que mistura ficção científica com religião e pensamento de banheiro… Deveria estar escrevendo um belo artigo científico.

Mas não peço desculpas, isto é, pelo menos pra mim, o raciocíno pra dar uma resposta interesante pra pergunta ignóbil: Você acredita em destino?

Google Reader

Explorando um pouco o Google Reader, serviço do Google pra gerenciar Feeds, já que um amigo resolveu configurar um pra ele, descobri que existe uma página com os os posts que compartilhei e achei mais interessantes, como isso diz muito sobre meus gostos e perambulações  na internet, acho que nada caberiam melhor nesse blog, o link ficará sempre disponível na coluna ao lado direito em Links.

Greg Pitta’s shared items

Incrível como estava justamente pensando na música e o random do Rhythmbox acerta em cheio, me faz imaginar se que os programadores já implementaram algum plugin psíquico…

Dreaming of the stars on high
That speak to me in secret sighs
Drifting on a breeze only I can feel and hear

Could it be the sacred wind
It’s calling me to now begin
To walk into the dark carrying the light of tomorrow

Beating are the wings up high
Beyond the earth, beyond the sky
Come now, don’t hesitate
Don’t look back, we’ve got to go now

Don’t fear
You’ll be safe from now on
Morning sky watching over the world

Deep inside so silent
Here my heart must beat
Deep inside of me
Memories flickering and shimmering on endlessly

Keeping close to the path
Morning sky watching over the world

Moving over endless mountains oh so high
Walking to the light
Your heart will see the path and you will find the way
Just wait and see

Moving over endless sky oh so high
Tomorrow will follow
When above, your promise is today
Just wait and see

3º – 2009

Deveria começar a contar, não que já não saiba o que significa perder um dia, mas teria algo concreto, a perda real e total de tempo. Besteira, só tornaria tudo pior o peso na consciência. Mas se pudesse evitar, descobrir o porque, racionalizar, entender…

Mas não, simplesmente acontece, não faz sentido, não tem motivo, imprevisível, ou existe alguma coisa que estou negligenciando? Deuses! Não, a quantidade de tempo e esforço que já gastei, para simplesmente ter passado por cima de um detalhe…duvido…

Escrever, essa parece ser uma saída, o motivo desse texto aliás, mas acho… Não, acredito que talvez, se conseguir a força, isso é muito improvável, mas se juntar o suficiente, eu sei é uma quantidade absurda, se me concentrar da maneira certa, apenas talvez, talvez eu consiga vencer.

Então salvaria um dia, reduziria a perda para algumas horas, com a prática, quem sabe, para alguns minutos. Seria demais sonhar que em algum dia seja um processo  tão automático que nem sinta mais quando acontece? É esse o caminho?

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